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Secretária de Educação fala sobre plano de contingência para o retorno das aulas presenciais

Secretária de Educação fala sobre plano de contingência para o retorno das aulas presenciais

Foto: Jessica de Moraes/CMB


A secretária de Educação, Patrícia Lueders, falou aos vereadores durante a sessão ordinária desta quinta-feira (22), de forma remota, informações a respeito do plano de contingência para o retorno das aulas presenciais em Blumenau.

 

Ela explicou que o retorno às aulas segue a matriz de risco elaborada pelo governo do estado.

A região que contempla Blumenau está considerada com risco alto para a Covid-19 (cor amarela). 

Portanto, segundo ela, está autorizado o retorno das aulas desde que as escolas tenham um plano de contingência ou assinem um termo de compromisso de que esse plano será oficializado em seguida.

 

Relatou as datas em que os protocolos e formações foram disponibilizados pelo governo do estado e também pela secretaria municipal.

Reforçou ainda que desde a última segunda-feira (19) as escolas da rede privada já estavam liberadas para retornar as atividades presenciais.

A maior parte das escolas da rede privada devem retomar as aulas presenciais na próxima semana, mas algumas recuaram quanto ao número de turmas.

 

Entre o fim de setembro e o começo de outubro, a secretária comentou que foi realizada uma pesquisa que apontou que apenas 26% das famílias desejavam o retorno das aulas presenciais. 

Afirmou que a pesquisa não é decisória, mas a partir dela seria elaborado um quadro para a contratação de professores. 

 

Patrícia ressalta que as aulas presenciais da rede municipal serão retomadas no dia 26 de outubro somente com as turmas de Educação de Jovens e Adultos (EJA), e que não há data definida para o retorno de outras turmas.

 

Dados apresentados por ela mostram que atualmente, a evasão escolar está em 1,57%, somados a educação infantil e ensino fundamental no município. 

A secretaria está realizando a busca ativa desses estudantes. 

Também informou que 438 estudantes saíram da rede privada e migraram para a rede pública durante a pandemia.

 

Patrícia Lueders comenta:

 

“Uma vez que o professor não precisa voltar e continuará na plataforma, quem dará as atividades complementares aos alunos da rede municipal presencialmente serão professores contratados pelo município”.

“O professor que desejar aumentar sua carga horária poderá fazê-lo, atuando na plataforma e presencialmente, ganhando mais”.

“Nenhum aluno ou professor precisa voltar às aulas presenciais. Mesmo que as aulas retornem, o que vale são as atividades e avaliações que estão na plataforma ou que estão sendo entregue pessoalmente aos alunos”.

“O comitê irá acompanhar semanalmente a situação da pandemia na cidade para realizar novas definições”. 

“Estamos em ano de transição de governo e é função da Secretaria deixar um planejamento para o próximo ano. Garanto o comprometimento da pasta com essa questão”.

 

Sobre a operação “Agricultor Fantasma”, informou que tomou conhecimento do esquema pela imprensa e defendeu que os fatos precisam ser apurados e os responsáveis devem ser penalizados:

 

“Em defesa do agricultor, apenas peço o cuidado de não colocar todos no mesmo cesto, pois a maioria são pessoas idôneas”. 

“O governo irá apurar internamente as denúncias e que cada contrato será analisado individualmente”.



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