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Servidores públicos entram em greve nesta terça-feira em Blumenau

Servidores públicos entram em greve nesta terça-feira em Blumenau


Nesta terça-feira, dia 4, o serviço público municipal iniciou uma greve reivindicando o pagamento do INPC em sua data-base da categoria em maio.

De acordo com o Sindicato Único dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Blumenau (Sintraseb), pelo segundo ano a categoria não recebe o pagamento da reposição da inflação aos salários dos servidores municipais na data-base da categoria.

Na proposta da prefeitura, que foi rejeitada pelos servidores, o governo propõe pagar a reposição integral do INPC dos últimos 12 meses - 5,07% - somente na folha de janeiro de 2020, enquanto a reivindicação dos servidores é de que essa reposição tivesse sido paga ainda em maio.

A decisão da greve foi tomada na última quinta-feira, dia 30.

Leia mais em: Reunião decide estratégia da greve dos servidores municipais nesta sexta

Em reunião, na última sexta-feira, dia 31, o sindicato decidiu a estratégia da greve dos servidores.

Esta estratégia ainda não foi divulgado oficialmente.

Porém, de acordo com o Sintraseb, os serviços essenciais e indispensáveis para a população serão mantidos conforme a Lei Geral de Greve (7783/89).

Em conversa com o Jornal de Blumenau, o coordenador geral do Sintraseb, Sérgio Bernardo ressaltou os serviços diretamente envolvidos com a greve:

"É importante frisar que a educação, a assistência e a saúde estão ligados diretamente com o movimento de greve. Temos um número significativo de creches e escolas que aderiram o movimento e outras que vão trabalhar em regime de plantão."

De acordo com a secretária da educação, Patrícia Lueders, uma creche e três escolas aderiram a greve nesta terça e os pais teriam sido avisados.

A orientação é de os pais estejam atentos e informem-se sobre o funcionamento nas unidades.

Já os ambulatórios devem seguir com o atendimento médico garantido, porém em regime de ponto facultativo e férias coletivas.

O serviço público hospitalar, Samu, Samae, abrigos municipais, conselhos tutelares, banco de alimentos e cozinha comunitária não vão aderir a greve, mantendo os atendimentos e serviços na íntegra.

Leia mais em: Confira o funcionamento dos serviços públicos durante a greve dos servidores



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