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Doença silenciosa: conheça as características do diabetes

Doença silenciosa: conheça as características do diabetes


Irineu Solano Sedrez foi diagnosticado com diabetes aos 60 anos, após realizar exames de rotina.

“Aos 43 anos sofri um infarto dentro de casa, após esse episódio, busquei sempre fazer exames de rotina e, em um desses exames, descobri que sofria de diabetes”, conta Sedrez.

O paciente lembra que após ser diagnosticado com a doença sua vida mudou.

“Hoje, como mais frutas e saladas. Já o açúcar, não faz mais parte da minha rotina, quase não o consumo. A prática do exercício físico me ajudou muito, é uma das mudanças mais importantes e que também faz parte da minha vida”.

O diabetes é uma doença considerada silenciosa, pois pode causar poucos ou nenhum sintoma.

“É importante prestar atenção nos sinais que podem surgir, como urinar em excesso, sentir muita sede, fome acima do normal, perda de peso sem explicação, cansaço excessivo e visão turva” ressalta a médica endocrinologista cooperada à Unimed Blumenau, Dra. Sheila Piccoli Garcia.

“Com as mudanças de hábitos, como alimentação balanceada e a prática de exercícios físicos semanalmente, eu me sinto bem mais disposto. Ficar vivo é a melhor coisa do mundo, por isso, preserve a sua vida, pois não há preço que pague uma boa qualidade de vida. A prevenção sempre é melhor que a correção.”, conta Sedrez.

A história de superação de Irineu Solano Sedrez está registrada em vídeo em uma campanha de prevenção da Unimed Blumenau para estimular os cuidados com a saúde e a qualidade de vida.

 

Diabetes

No Brasil, atualmente cerca de 13 milhões de pessoas vivem com diabetes, o que corresponde a aproximadamente 9% da população adulta.

A doença caracteriza-se pela presença de níveis elevados da glicose no sangue, por conta de um defeito na produção ou utilização da insulina.

Esta, por sua vez, é um hormônio produzido pelo pâncreas cuja função é regular os níveis de glicose no sangue.

Os principais tipos de diabetes são o tipo 1 e tipo 2, sendo o segundo o mais comum, responsável por 90% dos pacientes com a doença.

O tipo 2 é adquirido na vida adulta principalmente como consequência de excesso de peso, sedentarismo e dieta desregulada.

“São diversos os fatores associados ao desenvolvimento do diabetes, como obesidade, pressão alta, problema de colesterol e sedentarismo. Quem possui familiares com diabetes também tem um risco mais alto de ter a doença. Mulheres com síndrome dos ovários policísticos ou que tiveram diabetes na gestação também devem se cuidar e realizar exames periodicamente”, informa a especialista.

Já o diabetes tipo 1 aparece em crianças e jovens adultos, independentemente do estilo de vida do paciente.

“Trata-se de uma doença autoimune, na qual o pâncreas não consegue mais produzir insulina. Por isso, o paciente fica dependente de aplicação de injeções de insulina”, conta.

O excesso de glicose no sangue pode causar graves complicações no organismo, que incluem lesões nos olhos, rins, coração, circulação sanguínea e nervos de todo o corpo, podendo trazer danos como cegueira, falência dos rins, infarto, derrame, perda de sensibilidade nos pés e amputação.

 

Prevenção da doença

Algumas medidas podem ser realizadas para evitar o desenvolvimento de diabetes.

“Melhorar a alimentação, reduzir o consumo de doces e carboidratos refinados, praticar atividade física regularmente e manter o peso dentro do normal são alguns exemplos de prevenção”, explica a médica endocrinologista.

A forma mais eficaz de evitar as complicações que o diabetes pode causar é controlar os níveis de glicose.

“Quem tem o diagnóstico do diabetes deve se comprometer a realizar o tratamento correto. É importante seguir as recomendações do médico, tomar as medicações corretamente, seguir uma dieta balanceada e praticar atividade física semanalmente”, conclui Dra. Sheila.



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